Em 2013, possívelmente em Fevereiro, o "Palavras Vivas - stand-up Poetry", vai disponibilizar a todos os seus seguidores, uma surpresa, no âmbito das suas actividades.
O que será?
Os dois primeiros que acertarem vão ter direito a um prémio?
ACEITAM-SE PALPITES a partir deste momento!
Boa sorte!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
CONVITE à participação em colectânea de Poética do lavra...Boletim de Poesia
PARTICIPA NA Colectânea Poética -“DOCES
LOUCURAS – Louvor aos sorrisos”,
do lavra…Boletim de Poesia
A
primeira colectânea que lançamos, foi a “Correntes…
Louvor aos Rios”, em 2003,
a qual terminava em jeito de repto com um poema de Luís Nogueira: “Soltem
as amarras enaveguem://abracem o mar e voltem.// - Se puderem”, e
foi assim que os nossos poetas, em 2004
regressaram e participaram na colectânea “azul(v)ejo
– Louvor ao Planeta Terra”, a qual também em jeito de
repto de continuação terminava com o poema de António Luia: “Juntos//percorremos//caminhos veredas//qual eco//novos passos//ditarão o regresso//com
sabor a prazer…”, e mais uma vez os nossos poetas e amigos
responderam ao apelo do retorno e juntaram-se em 2005 na colectânea poética “Valsa
da Vida – Louvor à Vida e aos seus Prazeres”, a qual terminava com
um poema de Mariana Oliveira, também
ao jeito de novo desafio, a estarem presentes na próxima colectânea, que dizia:
“Foi suave a
Valsa…//que entre graves e agudos sons,//contigo dancei…//De prazer em
prazer//tu e eu sentimos Vida//no ritmo das palavras…//- Promete-me meu louco,
que voltas com o teu sorriso doce…”.
Pois
bem, demorou, mas aqui estamos para vos lançar o desafio de participarem na quarta colectânea poética, que se
intitula “Doces
Loucuras – Louvor aos sorrisos”.
Contamos
com as vossas participações, uns em jeito de regresso às nossas edições e
outros pela primeira vez, mas TODOS a bem da causa que nos une e move, a
Poesia.
As condições para a participação neste
nosso projecto são as seguintes:
1. – Cada autor terá 3 (três) páginas e 5
(cinco) exemplares da obra;
1.1. - Cada página tem 30 linhas; cada linha até 45 caracteres
(incluindo espaços) e deverão ser enviados, preferencialmente em suporte
informático, em “Arial – 12”;
2. - A data limite de inscrição e entrega de
trabalhos é até ao dia 15 de dezembro de 2012; através do e-mail: lavra.poesi@gmail.com
ou para a nossa redacção
– Rua Pereira da Costa, 156 – 2.º 4400 – 245
Vila Nova de Gaia;
3 – O valor de participação é de: € 30,00 (trinta
euros), o qual deverá ser liquidado
até 30 de dezembro de 2012;
4 - Na eventualidade
dos autores desejarem mais exemplares,
terão um desconto, de 10% (dez por cento), para não assinantes e de 20% (vinte por cento) para os nossos assinantes, sobre o P.V.P. (preço de venda ao
público);
5 – Esta edição far-se-á
com o número mínimo de 10 autores.
6 – Os livros serão
entregues a todos os participantes, no dia
do lançamento, que terá lugar em 2013, em dia e local a anunciar nas cidades de
Porto e/ou Gaia.
7 – No caso dos autores
não levantarem os livros no dia do lançamento, os mesmos serão enviados a
expensas dos autores.
8 – A participação
estende-se a TODOS, independentemente de serem ou não assinantes do lavra…Boletim
de Poesia
A todos, desde já a
nossa gratidão pela aceitação e colaboração na continuidade deste nosso
projecto.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Fernando Peixoto - 4 anos de saudade...
Onde estarás?
por Maria Helena Peixoto a Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012 às 3:17 ·
Sabes Pai,
A solidão é uma noite longa e escura...
E a tua ausência,
O calor e o brilho dos teus olhos,
São quebranto gelado...
Pergunto onde estarás...
E antes que respondas
Já a tua voz,
Quente carinhosa e forte,
Na minha mente se acendeu...
E escuto-te...
Sob a forma de poema,
Vejo-te nas tábuas do palco da Vida,
Ou no calor do raio de Sol...
Descubro-te entre as gotas de chuva...
Ou no cheiro intenso da terra molhada...
E eis que a resposta surge...
Doce pergunta feita saudade...
Onde estarás, Pai?
Estás em mim!
03.10.2012
HELENA PEIXOTO

A solidão é uma noite longa e escura...
E a tua ausência,
O calor e o brilho dos teus olhos,
São quebranto gelado...
Pergunto onde estarás...
E antes que respondas
Já a tua voz,
Quente carinhosa e forte,
Na minha mente se acendeu...
E escuto-te...
Sob a forma de poema,
Vejo-te nas tábuas do palco da Vida,
Ou no calor do raio de Sol...
Descubro-te entre as gotas de chuva...
Ou no cheiro intenso da terra molhada...
E eis que a resposta surge...
Doce pergunta feita saudade...
Onde estarás, Pai?
Estás em mim!
03.10.2012
HELENA PEIXOTO

Etiquetas:
Fernando Peixoto; Helena Peixoto; saudade
terça-feira, 11 de setembro de 2012
A VISITA DA SAUDADE...
Aos meus Pais, Maria Helena e
Eduardo Roseira
um
dia, sem bater à porta, aconteceu a visita da saudade…
a casa
ficou com mãos de nada…
as paredes,
vestiram-se de nudez…
o ranger
da porta deixou de cantar…
de tristeza,
as molduras, ficaram vazias…
as cortinas,
outrora bordeaux, viraram cor da palidez…
o gato,
esse, deixou de connosco falar…
as paredes,
nuas…frias…
os móveis
prontos a partir…
o silêncio
das noites, invadiu os dias nesta casa solidão…
por detrás
dos armários, as teias, agora são rugas…
o que
antes falava da história da casa, é agora velha tralha…
as prateleiras,
plenas de cultura, estão ocas…nuas…
o tapete,
primeira serventia da casa, já só atrapalha…
num canto,
esquecida, uma jarra de rosas murchas, solta um lamento…
do velho
relógio, ainda na parede, o cuco já não sorri…
é a
invasão da tristeza em lume brando e tempo lento…
o piano,
agora desafinado, em desafio toca um dó, em lugar dum si…
a ferrugenta
gaiola de vazia, emudeceu…
num constante
martelar a saudade, apenas o “ping…pang…ping…pang…”
da
torneira do lavatório, como que reclamando o seu eterno adiado arranjar…
perdido
neste silêncio, ecoa um fado saudade,
tocado no avariado gira-discos …
colado
na parede do escritório, o amarelecido mapa…da geografia da vida,
já
não nos seduz para qualquer destino…
a carunchosa
credência, junto à entrada, aguarda a chegada do lixeiro,
e ironicamente,
na sua gaveta conserva uma velha cautela que a vida não premiou…
...eis
a história do dia em que dentro da casa a saudade se instalou…
Eduardo Roseira
terça-feira, 28 de agosto de 2012
RIO DA MINHA SAUDADE...
Foto tirada às 17 HORAS num dia de Agosto de 2012
olhando as imagens
deste meu rio douro,
o meu coração chora
saudosamente
"...a sua beleza a qualquer hora..."
vejo e sinto:
"...os ocres e amarelos
que se esbatem na névoa...
o branco e a história que se beijam..."
imagens do rio
das gentes
da cidade
lembranças
"...das cores, dos cheiros...
...das neblinas..."
deste
"...rio da minha saudade!..."
eduardo roseira
(Escrito em 27 de Agosto de 2012, com base nas frases,
que estão "entre aspas", que são da autoria de Marta Cordeiro,
em comentários às minhas fotos, postadas no Facebook)
Foto tirada às 07 HORAS num dia de Agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Festas da Sr.ª do Amparo - 2012
lágrimas fogo
pendem em cachos d'ouro
das faces negras do céu.
nuvens de fumo
escondem o rubro-verde
de cintinlantes cordões
que se abraçam
ao brilho anil
que vem beijar
docemente as águas
calmas do tua.
olhares mil
mil olhares
agradecem sem reparo
as bençãos
da nossa senhora do amparo.
eduardo roseira
5/Agosto/2012
Mirandela
Fotografia de: Maria José Roseira
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O Carnaval da Estupidez

Só a indumentária mudaram os algozes.
Insolente dicurso sobe ao púlpito
para democratizar o medo onde festejam
as incongruências desde tempo incelebrável.
Pátria ainda chamamos em comum a este lugar
onde acoitamos as ind´zíveis ânsias dos eleitos.
Desengravatados para o carnaval da estupidez
os néscios não cabem na tribuna do riso insufragado.
Nelson Saúte (Moçambique)
In: "A Viagem Profana"
Imagem: Google.com
terça-feira, 3 de abril de 2012
ESCREVO-ME
…na dor do meu sorriso
levo a vida a cantar
…no sofrer do meu sorrir
engano a dor
do sentir
o gosto amargo do sorriso
e em cada nova dor
descubro um novo sorriso
porque conservo em mim
uma alma cheia de sorrisos
e sorrindo
escrevo-me
escrevendo
eduardo roseira
Etiquetas:
eduardo roseira; eu; escrevo-me;
domingo, 25 de março de 2012
frente a frente... - um poema do real escrito no Dia Mundial da Poesia
frente a frente
tu de Ipad na mão
lês um e-book.
eu, folheio um livro.
tecnologicamente
sorris para mim.
eu, faço de conta
que não sinto o teu olhar
e viro mais uma página
do livro que me deixa
na mão rastos de tinta.
tu, sorris orgulhoso
exibes o Ipad, com pinta
que tem o tal e-book.
estás no virtual.
o meu livro tem gralhas,
defeito de ser tão real.
além disso o meu livro
não tem truques
e está isento de vírus
e cooquies…
tu continuas de Ipad na mão,
todo prazenteiro.
eu, página a página
disfruto o livro
e feliz sinto
o seu cheiro!
eduardo roseira
VNGaia
21-3-12
Dia Mundial da Poesia
(História verdadeira de um frente a frente,
entre um livro e um Ipad, durante uma
viagem de metro.)
quarta-feira, 21 de março de 2012
"O Poema Pode Ser", de Aristides Silva, no DIA MUNDIAL DA POESIA
Aristides Silva a dizer poesia na Biblioteca Municipal de Gaia
Antes de mais, o poema
é sentido e pensado
e só depois é escrito.
Pode ser lido ou dito,
cantado e até musicado.
Mas, muito mais do que isto,
o poema deve ser
divulgado e vivido!
Não só por quem o sentiu
mas também por quem o disse,
cantou, leu,
ou apenas o escreveu.
O poema, para o ser,
deve mudar, transformar
em ser o que é parecer!
Não necessita rimar.
O poema pode ser
um triste fado ou canção.
Hino ou balada.
Tudo ou nada.
Pode ser soneto ou quadra,
com refrão, sem estribilho.
O poema, após nascer,
é para o poeta um filho
que, embora escrito à mão,
saiu do seu coração!
Façamos versos, pois então!...
Aristides Silva
Imagem de: José Mário Roseira
quinta-feira, 15 de março de 2012
NO RITMO DAS PALAVRAS
À Fernanda Cardoso
entrar no ritmo das palavras
e sequiosamente
absorvê-las.
ouvir atentamente
o cantar
sílaba a sílaba
dos versos que dizes.
entrar no ritmo das palavras
quando em tom ternura
falas amor
e em voz tremura
dizes horror.
perceber em tudo,
até no silêncio
das tuas deixas
a mensagem
que da tua voz
emana….
e permanecer
no ritmo das palavras…
Eduardo Roseira
Porto
15 de Março de 2012
Imagem: retirada com a devida vénia de: http://poesianagaleria.blogspot.com
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